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.:: Mundo do GNV

.: As notícias estranhas
Você leitor, já deve ter se perguntado se realmente vale a pena ou não fazer a conversão para o GNV, afinal a espaços regulares são divulgadas meios de comunicação, notícias que desencorajam a conversão ou até o interesse pelo assunto. São notícias normalmente veiculadas por políticos.
  1. Ao mesmo tempo você olha para os preços do gás natural nas bombas e percebe que eles continuam absolutamente estáveis no decorrer de vários anos.
  2. Ao mesmo tempo também você fica sabendo que os investimentos feitos pela Petrobrás na área, são bastante consideráveis, basta olhar a velocidade com que anda a prospecção de gás natural no território brasileiro.
  3. Ao mesmo tempo também você fica sabendo que com a bacia de Júpiter, junto com a Tupi, tornam o Brasil auto-suficiente tanto em petróleo quanto em gás natural pelos próximos 70 anos.
  4. Você também fica sabendo que uma grande quantidade de políticos tem suas campanhas financiadas por pessoas e empresas direta ou indiretamente ligadas a usineiros de cana de açúcar.
  5. Fica também sabendo que os bio-combustíveis vêm sendo contestados violentamente por grupos intelectuais governamentais conforme eles vêm sendo mais divulgados. As contestações apresentadas em DAVOS, por exemplo, vão desde a possibilidade de escassez de alimentos com a conversão de lavouras para plantio de bio-combustíveis, quanto a constatação de que os estudos sobre emissões de CO² feitos pelos órgãos e governos interessados nestes combustíveis, não levam em conta o aumento de emissões causado pelas conversões de lavouras, que pode ao invés de reduzir em 20% as emissões, incrementá-las em até 100%.

Aí então você começa devagarzinho a se perguntar... mas afinal qual é a veracidade destas notícias? A quem realmente interessa prejudicar o mercado do GNV e a quem interessa evitar que meios alternativos de combustível atrapalhem a trajetória do etanol e seus plantadores de cana de açúcar? Então... está começando a ficar claro? Ainda não? Então confira as notícias abaixo:

.: Biocombustíveis aumentam emissões de CO²

Traduzido de artigo publicado pela revista Science em jan/08

Uso de terras agrícolas para Biocombustíveis aumenta gases do efeito estufa através das emissões resultantes das conversões de uso de terras.

A maior parte dos estudos anteriores mostram que a substituição dos combustíveis fósseis pelos biocombustíveis iria reduzir as emissões de CO² porque estes sequestram o carbono através do crescimento das plantações de matéria prima.
Estas análises não levam em conta as emissões de carbono que ocorrem quando os fazendeiros convertem florestas e pastos para plantações de matéria prima para biocombustíveis.
Usando um modelo de agricultura mundial para estimar as alterações de emissões pela conversão de terras, descobrimos que etanol de milho, no lugar de produzir uma economia de 20%, praticamente duplica as emissões de gases responsáveis pelo efeito estufa pelos próximos 30 anos e os aumenta significativamente pelos próximos 167 anos.
Estes estudos aumentam a preocupação com grandes cultivos de biocombustíveis e reforçam a importância do uso de produtos reciclados.

 

.: Biocombustível pode agravar aquecimento

Publicada em 08/02/2008 às 05h50m

O Globo

LONDRES. Cultivar grãos para transformá-los em biocombustíveis resulta em grandes volumes de dióxido de carbono sendo liberados na atmosfera, segundo dois estudos publicados na "Science", se áreas naturais forem desmatadas para tais fins.

De acordo com cientistas da Universidade de Minnesota e da ONG The Nature Conservancy, os biocombustíveis seriam grandes armadilhas porque, na verdade, agravariam os efeitos do aquecimento global ao acrescentar novas emissões de gases-estufa às já exitentes. Os grãos atualmente cultivados para produzir energia, sustentam os cientistas, liberam mais CO2 do que as plantas absorveriam durante o seu crescimento.

No caso de alguns grãos, afirmam, seriam necessários vários séculos para que o seu cultivo superasse as emissões. Um dos piores casos relatados é na Floresta Amazônica. Segundo os estudos, a destruição da floresta para o cultivo de soja voltada à produção de biodiesel, por exemplo, requereria 319 anos para reverter o déficit de CO2.

- Os biocombustíveis usados hoje causam destruição de habitat, direta ou indiretamente - afirmou Joe Fargioine, coordenador de um dos estudos.

A conversão de florestas em áreas de cultivo de milho, cana ou soja libera de 17 a 420 vezes mais CO2 do que o volume poupado pela substituição dos combustíveis fósseis pelos biocombustíveis.

 

.: Crédito fácil do governo contribui com o desmatamento na Amazônia
Estudo do Imazon mostra que vários programas oficiais para pequenos e grandes produtores incentivaram avanço

As facilidades de crédito oferecidas pelo Banco da Amazônia (Basa) para o setor de pecuária, tanto para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) quanto para produtores maiores, contribuíram para o desmatamento da Amazônia nos últimos cinco meses. Estudo do cientista Paulo Barreto, pesquisador sênior do Instituto do Homem e do Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), indica que isso está ocorrendo porque o Pronaf empresta recursos em todo o Brasil a taxas de juros que variam de 1% a 4% ao ano, além de descontos de 40% sobre o principal para valores até R$ 12 mil. A taxa básica de juros (Selic) fixada pelo Banco Central está em 11,25% ao ano.

O Pronaf oferece ainda bônus de 25% na taxa de juros de custeio para os pequenos agricultores que honram suas dívidas. Na Amazônia, esse dinheiro tem sido repassado com verbas do Fundo Constitucional do Norte Especial, destinado exclusivamente aos pequenos agricultores. Mas o Basa empresta também recursos do FNO para produtores rurais não familiares (FNO Normal) com taxas de juros subsidiadas - variando de 5% a 9%, conforme a escala do empreendimento. Esse mesmo fundo destinado a agricultores não familiares oferece ainda um desconto de 15% sobre os encargos financeiros para aqueles que pagam em dia suas dívidas.

De acordo com o estudo feito por Paulo Barreto, em 2006, dos R$ 371 milhões emprestados para o setor de pecuária, R$ 190 milhões (51%) foram para o Pronaf. Até outubro de 2007, dos R$ 158 milhões destinados a esse mesmo setor, R$ 105 milhões (66%) jorraram para a agricultura familiar. O Pronaf é um dos principais programas do governo federal destinados às pequenas propriedades. Surgiu há 13 anos e foi muito valorizado durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, que aumentou as facilidades para o acesso a seus recursos.

Outros estudos do Imazon indicam que a influência do crédito fácil está ocorrendo na derrubada da floresta. Na Transamazônica, pequenos produtores em assentamentos rurais - o que permite o acesso ao FNO Especial - desmataram mais que aqueles fora dos assentamentos e sem crédito. Outro estudo mostrou que a taxa de desmatamento em 343 assentamentos na Amazônia foi quatro vezes maior do que fora deles.

Conforme a ONG Amigos da Terra, em 2007 pela primeira vez a Amazônia Legal passou da marca dos 10 milhões de abates bovinos, com aumento de 46% em relação a 2004. O número significou 41% dos abates bovinos de todo o Brasil em 2007, frente a 34% em 2004. O rebanho bovino da Amazônia Legal é de cerca de 74 milhões, pouco mais de um terço, visto que o Brasil tem perto de 206 milhões de cabeças. Conforme a Amigos da Terra, de cada quatro cabeças adicionais de gado no Brasil nos últimos cinco anos, três têm origem na Amazônia.

Outro dado da Amigos da Terra dá conta de que um terço das exportações brasileiras de carne in natura em 2007 foi oriundo de exportação direta da Amazônia, principalmente de Mato Grosso, Pará, Rondônia e Tocantins. Em 2004, o Pará aumentou sua exportação direta em 7.800%, Rondônia em 1.350%, Mato Grosso em 360% e Tocantins em 150%. Existem ainda 200 abatedouros na região, sendo que só 87 têm registro do Serviço de Inspeção Federal do Ministério da Agricultura.

JUROS BAIXOS

Paulo Barreto mostra que as taxas de juros rurais na Amazônia estiveram muito abaixo das taxas de juros livres, que segundo o Banco Central variaram de dezembro de 2003 a dezembro de 2006 entre 26% e 34% ao ano para pessoas jurídicas, e 57% e 62% para pessoas físicas. Mesmo dentro do FNO Normal, as taxas de juros para o setor rural têm sido 23% mais baixas do que para os empreendimentos não rurais (7,25% a 11,5% ao ano de juros).

"Com essas condições atrativas, os pecuaristas receberam R$ 1,89 bilhão de empréstimos entre 2003 e outubro de 2007, distribuídos em 14.500 contratos", disse Barreto. Do total de recursos, 45% foram para pequenos produtores (FNO Especial) e 55% para produtores médios e grandes (FNO Normal). O pico de empréstimo ocorreu em 2004, ano de pico de desmatamento

Para Barreto, os empréstimos do Basa deveriam ser usados apenas para melhorar a qualidade e produtividade da pecuária, pois o FNO proíbe investimentos em áreas desmatadas. Mas, como o FNO constitui um subsídio, ele tende a aumentar o investimento nessa atividade mais do que o normal (usando taxas de juros de mercado).

"E pode até estimular indiretamente o desmatamento. Um fazendeiro pode desmatar novas áreas sem empréstimo, pois sabe que obterá bons rendimentos usando o empréstimo subsidiado para comprar o rebanho", diz Barreto.

EXPLICAÇÕES

Para o Ministério do Desenvolvimento Agrário, o crédito fácil do Pronaf não estimula atividades que possam vir a causar danos ambientais. Em nota ao Estado, o MDA afirmou que o programa, criado há 13 anos, incentiva as práticas sustentáveis. "Em 2002, foi criada linha especial de crédito, Pronaf Floresta, que tem finalidade estritamente ambiental, incentivando projetos de sistemas agroflorestais, exploração extrativista ecologicamente sustentável, plano de manejo e manejo florestal", afirma o ministério. "Não há como relacionar o aumento das operações do Pronaf nos Estados da Amazônia Legal nos últimos cinco anos e o avanço do desmatamento verificado nos últimos meses."

"Entre 2005 e 2006, registrou-se um crescimento de 17% no valor aplicado (no Pronaf) e 26% nos contratos na região. Em 2007, as aplicações de crédito tiveram queda sensível de 45% no volume financiado e 40% no número de contratos - passando de R$ 1,3 bilhão (233.814 contratos) em 2006 para R$ 829 milhões (141 mil contratos) em 2007. No período em que o Pronaf crescia, o desmatamento caía. E, quando o desmatamento cresceu, as operações de Pronaf caíram, o oposto do que afirma o Imazon", afirma o ministério.

João Domingos

 

.: Petrobras descobre nova reserva de gás natural

A Petrobras informou há pouco a descoberta de uma grande jazida de gás natural e condensado na Bacia de Santos, a reserva chamada Bacia de Jupiter promete fornecer gás natural para o Brasil por mais 70 anos.
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.: Desvantagens na utilização do Biodiesel
FONTE WIKIPEDIA
  • Não se sabe ao certo como o mercado irá assimilar a grande quantidade de glicerina obtida como subproduto da produção do biodiesel (entre 5 e 10% do produto bruto).
  • No Brasil e na Ásia, lavouras de soja e dendê , cujos óleos são fontes potencialmente importantes de biodiesel, estão invadindo florestas tropicais que são importantes bolsões de biodiversidade . Muitas espécies poderão deixar de existir em consequência do avanço das áreas agrícolas, entre as espécies, podemos citar o orangotango ou o rinoceronte de Sumatra . Embora no Brasil, muitas lavouras não serem ainda utilizadas para a produção de biodiesel, essa preocupação deve ser considerada.
  • A produção intensiva da matéria-prima de origem vegetal leva a um esgotamento das capacidades do solo, o que pode ocasionar a destruição da fauna e flora , aumentando portanto o risco de erradicação de espécies e o possível aparecimento de novos parasitas, como o parasita causador da Malária .
  • O balanço de CO2 do biodiesel não é neutro se for levado em conta a energia necessária à sua produção, mesmo que as plantas busquem o carbono à atmosfera: é preciso ter em conta a energia necessária para a produção de adubos , para a locomoção das máquinas agrícolas, para a irrigação , para o armazenamento e transporte dos produtos.
  • Cogita-se a que poderá haver uma subida nos preços dos alimentos, ocasionada pelo aumento da demanda de matéria-prima para a produção de biodiesel. Como exemplo, pode-se citar alguns fatos ocorridos em Portugal, no início de Julho de 2007, quando o milho era vendido a 200 euros por tonelada (152 em Julho de 2006), a cevada a 187 (contra 127), o trigo a 202 (137 em Julho de 2006) e o bagaço de soja a 234 (contra 178).

 

.: ALCOOL - ETANOL / COMMODITY VS. FOME - ( 20.09 )

No dia 19, a Associação Internacional de Comércio de Etanol divulgará o contrato internacional do etanol, que facilitará o comércio e o transformará em uma commodity mundial. A diplomacia do etanol, no entanto, deve sofrer um duro ataque na assembléia da ONU, em setembro, quando será divulgado um relatório alertando para o risco de que o crescimento da produção de etanol agrave a fome no mundo.

 

.: Paradoxos
Um dia depois de a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, desencorajar novas conversões de veículos para o GNV, Wagner Victer, presidente da Companhia Estadual de Água e Esgosto (Cedae) e ex-secretário de Energia, Indústria Naval e Petróleo do Estado, já planeja converter toda a frota da Cedae para gás natural.
 


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